Uma TV difícil de encontrar informações na internet, a única foto que encontra dela no Google é de minha própria postagem em um fórum, e quando encontra "manual de serviço", só encontra a parte do esquema elétrico picotado em mais de uma página, e no máximo listagem de peças. Eu tenho o manual de serviço completo em formato físico de época, então decidi digitalizá-lo e disponibilizá-lo DE GRAÇA, e ainda tive o trabalho de juntar as partes que escaneei do esquema em uma página só. Todas as páginas foram digitalizadas em 600 DPI, com exceção do esquema elétrico que foi digitalizado em 1200 DPI. Baixe clicando aqui!
Esse texto, caso se espalhe pela internet, fará uma grande polêmica. Afinal, quase ninguém fala mal do sistema métrico exceto nos EUA, e lá, quando falam, não o criticam por ser maligno, e sim por ser "coisa de nerd" por exemplo, acharem ridículo nomear coisas simples por números (Ex: arredondar e chamar de 500mL ao invés de falar "uma pinta"). Algo que é completamente compreensível e não tiro a razão deles nisso. Mas a questão é muito mais profunda do que isso, e quase ninguém fala o real motivo para a criação do sistema métrico. Nesse texto explicarei isso, e no final darei uma solução que não é 100% estadunidense nem 100% britânica, mas sim corrigir os problemas de ambos os sistemas numa solução orgânica e internacionalmente compatível — com exceção de um dos pontos que não há necessidade de compatibilidade global, pois diz respeito somente ao Brasil.
Antes de mais nada, devo deixar claro que o sistema métrico tem seu papel. Apesar das razões malignas para seu surgimento, ele se mostra mais útil em engenharia e ciência por exemplo, pois é mais simples de fazer um cálculo preciso e evitar erros humanos catastróficos. — Não é mais preciso, mas é mais fácil de obter precisão. — Só que pessoas normais como eu e tu, não precisamos VISUALIZAR a precisão exata do métrico no dia-a-dia! Por que vou falar "15mL" se posso falar "uma colher de sopa"? (No Brasil colher de sopa padrão tem exatamente 15mL). E por aí vai. Antes de falar o porquê do métrico ser maligno, devo primeiro desmistificar uma grande mentira: de que o sistema métrico é supostamente mais fácil de entender, pois o imperial supostamente é confuso. E somos doutrinados desde pequenos com essa idéia, na escola falam isso, mas é mito! Sistema métrico não é mais fácil de entender, embora possa ser mais fácil de calcular em determinadas situações (nem todas). E quem acredita nessa mentira, é porque nunca teve contato real com sistema imperial a não ser ter visto algumas medidas em polegadas, pés, jardas e afins e não entender nada, aí parece difícil. Mas TUDO parece difícil quando não entendemos. Eu também pensava assim, até que entrei para um grupo de amigos de diferentes países, e um conflito comunicativo do grupo era a questão de unidades de medida: alguns usavam métrico e outros usavam imperial, e sempre tinha que ficar convertendo. Como eu sei programar, criei um BOT para o grupo para resolver esse problema. E então passei a entender como funciona o sistema imperial, e vi que é muito mais simples de compreender do que pensamos! Um dos argumentos usados para dizer que é difícil, é o fato de ser "quebrado" comparado com o métrico. Por exemplo: uma xícara são 236,59mL (arredondando). Aí usam isso para dizer que o sistema é ruim. Mas é claro, se converter um sistema completamente diferente para outro completamente diferente, é óbvio que as medidas ficarão quebradas! O nome disso é falácia da falsa comparação. Quando tentamos entender o sistema imperial, nós não devemos tentar entendê-lo comparando com o métrico, e sim entendê-lo organicamente a partir de suas bases. Uma xícara são 8 onças líquidas (no sistema estadunidense), e onças líquidas por sua vez são exatamente duas colheres de sopa. Uma colher de sopa são exatamente três colheres de chá. Duas xícaras são uma pinta, que é basicamente a mesma quantidade de líquido de um "latão" de cerveja como conhecemos popularmente. Isso falando apenas de volume, agora falando de comprimento, uma polegada é fácil de visualizar, pois é a largura média do polegar de um homem adulto, porém padronizada num valor fixo. Um pé são 12 polegadas, que por sua vez é o tamanho médio de um pé 44 (o meu pé tem exatamente 12 polegadas de comprimento). Ao entender isso, parece que fica mais fácil de imaginar o tamanho de um cabo de força em pés do que metros, não é? Afinal o metro não é baseado em nada organicamente visualizável, e sim foi algo calculado e dividido de maneira decimal da distância do Polo Norte até Paris. É um medida totalmente anatural. Aliás, quando segue uma receita de bolo, como tu mede as quantidades dos ingredientes? Tu pesa a quantidade exata de farinha em gramas? Mede a quantidade de óleo em mililitros? Talvez alguns respondam nos comentários que "sim", tem louco pra tudo. Mas há de concordar que quase ninguém faz isso. Quando vou passar um café eu meço em colheres de sopa, e não em gramas! Receita de bolo é tudo xícara e colher de sopa! Pois pasme: tudo isso é descendência do sistema imperial, que foi criado para o ser humano entender, e não calcular! Uma colher de sopa no Brasil tem medida exata de 15mL, e a colher de chá exatamente 5mL. Valores diretamente arredondados do sistema imperial (14,79mL, 4,93mL).
No fundo todos sabem que o sistema métrico não é natural, e sim artificial. Ele é maligno porque foi criado com esse propósito: romper com a tradição humana, cortando a continuidade com a cristandade medieval, substituir costumes orgânicos por abstrações racionalistas, e impôr uma uniformidade universal onde antes existia hierarquia e tradição. Tanto que por esse motivo também tentaram criar relógio métrico e calendário métrico, que graças a Deus falhou miseravelmente. Os próprios revolucionários diziam que o metro foi escolhido não por ser melhor, e sim por ser desligado do corpo humano, do trabalho concreto, tradição local, e ligado à idéia de humanidade abstrata, sem pátria nem altar. Foi um projeto satânico, e todos aceitaram de bom grado sem perceber o que tinham feito. Mas é claro que o sistema métrico, por ser 100% decimal, acaba sendo mais fácil para cálculos de precisão, como na engenharia e ciência. Por isso que nessas áreas, seu uso é justificável. Mas o sistema métrico deveria ser restrito onde diz respeito a ele, e não ser amplamente usado pela sociedade! E não é só por mero fanatismo religioso tradicionalista, mas sim por lógica: se eu te pedir pra cortar uma vara de um metro, sem usar régua nem trena, tu saberá o tamanho do metro com proximidade decente? Creio que não. Mas e se eu te disser para cortar uma vara de 3 pés de comprimento (uma jarda, 91cm), imaginando o tamanho de um pé adulto, mesmo que não consiga acertar 36 polegadas exatamente, provavelmente será muito mais assertivo do que tentar imaginar o tamanho do metro. Afinal a medida pé foi baseada em algo orgânico e natural, e foi apenas padronizada por questões de universalidade e evitar conflitos de diferenças. Da mesma forma que tu nunca acertará de cabeça a quantidade de líquido de 240mL a menos que esteja muito acostumado com isso, mas se eu falar uma xícara, é bem provável que tu acerará de maneira muito próxima.
A Solução
Mas então, tu deve se perguntar: "o que fazer então? Existem dois sistemas de medidas não-métricos no mundo, devemos adotar um deles?" Eu diria que sim, mas tem um problema: ambos são iguais em tudo, menos na medida de volume. E é justamente no volume que mora o problema! O sistema de volumes estadunidense não é perfeito, e o britânico tentou resolver um problema caótico criando outro. O galão estadunidense é baseado no galão de vinho inglês antigo, que é o volume exato de 231 polegadas cúbicas. Dessa forma, um galão de água é próximo de 8 libras de água, mas não exatamente. Curiosamente ⅛ de galão é uma medida que tem um nome: uma pinta (ou pinto), que é o equivalente a exatas duas xícaras. Então uma pinta d'água pesa bem próximo de uma libra.
O sistema imperial britânico moderno é diferente porque, enquanto o estadunidense padronizou tudo com base no galão de vinho, o britânico manteve um caos de diferentes tamanhos de galões, com um tipo de galão para cada coisa, e isso deu muito conflito. Aí influenciados pelo sistema métrico, fizeram um galão totalmente diferente do estadunidense: 10 libras de água. ⅛ desse galão ainda é uma pinta, mas ao invés da pinta ser 16 onças líquidas como no estadunidense, passou a ser 20 onças líquidas. Logo, uma xícara são 10 onças líquidas no Reino Unido. Isso, além de ter quebrado totalmente a proximidade com o peso da água, deixando o sistema mais confuso, também fez uma mistura caótica de decimal com frações, ao invés de preservar as frações que se mantiveram no estadunidense. Enquanto a medida de peso se manteve idêntica! (Faz sentido uma libra ter 16 onças sólidas e uma pinta ter 20 onças líquidas?)
Então, a solução é muito simples: adotar o sistema de medidas, mas modificar a medida de volume de maneira que corrija o problema de AMBOS os sistemas britânico e estadunidense: criando um galão que é exatamente 8 libras de água. Dessa forma, uma pinta será EXATAMENTE uma libra, e não próximo. E preservando todas as frações. Por mais que seja algo totalmente diferente de dois sistemas que já existem, é uma solução tão simples que não causará conflito internacional significativo, pois está totalmente atrelada a libra.
Quanto a temperatura, escala Celsius é boa para culinária e ciência, mas não faz sentido para clima. Fahrenheit faz mais sentido, mas não condiz com a realidade do Brasil. Então proponho uma escala de temperatura especificamente para o clima Brasileiro: 100° sendo a temperatura mais quente do dia mais quente da região mais quente do Brasil, e 0° a temperatura mais fria do dia mais frio da região mais fria do Brasil. Assim fica mais condizente com nosso clima e para melhor entendimento, e para lógica internacional pode-se falar em Celsius mesmo. Se fizer tudo isso, será uma maneira de romper com o internacionalismo sionista mundial, para algo que condiz melhor com a natureza humana!
Quando se fala de modéstia pensamos justamente em estarmos bem vestidos, com roupas não muito curtas e nem muito justas. E de fato é verdade que isso faz parte da modéstia. Mas modéstia não se resume a estar bem vestido, modéstia é uma virtude moral ligada à temperança, orientando a viver com decoro, humildade e respeito. Mas estar nu não feriria a modéstia? A resposta é que depende. Nesse texto, explicarei como em determinadas situações, a nudez pode contribuir para a modéstia, e como tratar nudez como um tabu pode na verdade ferir a modéstia como virtude.
Primeiramente, quando modéstia fala sobre vestimenta, fala sobre vestimenta adequada ao contexto, e que não sexualizem o corpo e nem demonstrem falta de respeito. Não é imodesto homem usar bermuda e sandália de dedo no dia-a-dia em ambientes casuais, mas é imodesto homem usar isso para uma entrevista de emprego, tanto quanto para assistir à missa. Na verdade, quando estamos diante de Deus, devemos usar nossas melhores roupas sempre, preferencialmente roupas sociais, e na falta delas, a melhor e mais simples calça jeans e os menos chamativos calçados fechados, e jamais usar regata. Modéstia também se refere ao comportamento da pessoa, evitando ao máximo falas vulgares e obscenas por exemplo.
Mas para que a modéstia seja verdadeira e não apenas um escrúpulo vazio, precisa ser vivida de corpo e alma. A pessoa deve buscar a pureza. Um homem olhar uma mulher nua, ou uma mulher olhar um homem nu, pode provocar sentimentos de atração sexual, portanto é algo que deve ser evitado ao máximo. Mas entre pessoas do mesmo sexo, a realidade é diferente. Por via de regra, pessoas do mesmo sexo não se sentem atraídas sexualmente entre si, fora exceções que irei falar sobre elas mais para frente. Quando criamos um tabu da nudez em qualquer contexto, ela sempre será vista com malícia, e provocará sentimentos de malícia em quem presenciar, ferindo a virtude da modéstia.
Quando um grupo de homens por exemplo, em ambiente adequado, ficam confortáveis em estarem nus entre si, estão exercitando a virtude da pureza, pois não vêem seus corpos com sentimento de malícia, mas de naturalidade. A pureza é essencial para que viva a modéstia corretamente! E como já sabemos que modéstia é sobre vestimentas adequadas ao contexto, a nudez social nesse caso não está ferindo a modéstia, pois estão nus num contexto específico, onde não há malícia. Apenas o desejo de se sentirem mais à vontade e confortáveis. O mesmo vale para vestiários onde todos tomam banho juntos (idealmente sem se importarem com isso), e até mesmo nas casas de banho medievais, onde as regiões com maior influência da Igreja era incentivado que separassem por sexo, seja no horário ou com duas partes diferentes da casa, uma para homens e outra para mulheres.
A Santa Igreja jamais condenou a nudez social, apenas orientou para o contexto. O tabu da nudez começou com o surgimento do movimento puritano, que passou a pregar muitos exageros que deixaram muitas pessoas escrupulosas, condenando o consumo de qualquer entretenimento que não seja diretamente com objetivo puramente cristão, a nudez em qualquer circunstância, e até mesmo o consumo moderado de tabaco e álcool passaram a ser vistos como "do demônio". Curiosamente, foi depois disso que veio a revolução sexual na década de 60, onde a sociedade degenerou-se completamente.
No geral, é prudente evitar que pessoas de sexos opostos fiquem nuas juntas, pois isso pode provocar sentimentos de excitação sexual, ferindo a castidade. Claro que nem sempre isso é verdade, existem pessoas que não sentem esse tipo de excitação com tanta facilidade. E tem situações onde isso se faz necessário, como em exames médicos por exemplo.
Quanto às exceções que falei anteriormente, de fato existem pessoas homossexuais e bissexuais, mas pessoas verdadeiramente homossexuais são poucas. Muitos pensam ser homossexuais por deturpação mental devido ao vício em masturbação e pornografia, que corrompeu suas mentes. Homossexuais/bissexuais de verdade (que são poucos), que querem ter uma vida pura e santa, devem evitar a nudez social, pois isso pode provocá-los de fato. Mas quando alguém heterossexual tem esse tabu com a nudez, corre o risco de desenvolver um transtorno de ter dúvidas de sua sexualidade (HOCD é chamado).
Para concluir, defendo que devemos normalizar a nudez entre pessoas do mesmo sexo no contexto adequado, pois isso pode ajudar no desenvolvimento espiritual das pessoas. Se algum dia a Igreja condenar essa visão, eu a abandonarei imediatamente. Mas acredito que isso nunca vá acontecer.
Eu fazia a gestão de banca e controle de métodos de minhas apostas usando duas planilhas, e eu achava meio chato usá-las porque não são muito intuitivas. Então decidi desenvolver meu próprio programa de gestão de banca em Lazarus (Free Pascal), e ele já está em plenas condições de uso! O programa ainda está em fase beta, ou seja: instabilidades podem aparecer. Recomendo que usem-o não como único meio de gestão de banca, mas sim como uma ferramenta a mais! Pelo menos até que o programa esteja 100% testado por diversas pessoas e comprovado que funciona perfeitamente em qualquer computador!
Depois de muito tempo sem postar no meu blog, decidi trazer uma idéia que tive há um tempo atrás, para a solução da pobreza no Brasil. Sim, pobreza, e não apenas a fome. O Bolsa Família como funciona atualmente, serve apenas de cabide eleitoral e torna as pessoas dependentes do Estado, além de fazê-las não quererem trabalhar para receber dinheiro de graça do governo. Portanto, venho aqui trazer uma idéia para resolver esse problema, num ponto de vista distributista. Mais uma vez caso não saiba o que é distributismo, leia este artigo da Sociedade Chesterton Brasil antes de continuar. (Link abrirá em uma nova janela). Sem mais delongas, vamos lá: Primeiro
de tudo, precisa não eliminar, mas modificar o Bolsa Família. O auxílio
de 600 reais deve ser temporário (seis meses ou um ano), e depois disso
a pessoa precisará renovar. Mas para renovar pela primeira vez, a
pessoa precisará obrigatoriamente abrir ou já ter aberto um MEI, aí
poderá manter o auxílio de 600 reais até a próxima renovação.Então,
na segunda renovação, a pessoa deverá provar que, com o trabalho de
MEI, consegue um lucro menor que um salário mínimo para continuar
recebendo 600 reais, e caso já consiga o valor aproximado de um salário
mínimo, o auxílio será reduzido pela metade (300 reais), e poderá
continuar renovando dessa maneira se o lucro continuar nessa faixa,
porém o tempo para renovar será reduzido pela metade. Acabando o
prazo da última renovação, se a pessoa já consegue o lucro com o
trabalho 30% maior que um salário mínimo, perderá o direito do Bolsa
Família.Dessa maneira, as pessoas se obrigarão a renovar o Bolsa Família para continuar recebendo, e serão obrigadas a trabalhar para obtê-lo. Logo, não serão mais dependentes do Estado e a prática estará incentivando o surgimento de pequenos produtores e pequenos comerciantes.
Primeiro, devo deixar claro que não sou nenhum fotógrafo profissional. Sou só um amador que busca informação a respeito do assunto, e tira algumas fotos por puro passatempo. Então aqui eu falarei a respeito da fotografia analógica, segundo a minha perspectiva. Sem mais delongas, vamos lá...
Quando criança eu gostava bastante de fotografia. Se via alguém com uma câmera já queria uma foto.
Meu pai tinha uma câmera SLR, uma Zenit DF-300 (Aquela última à direita na imagem), tiramos muitas fotos juntos com essa câmera, quando saímos juntos para ir no campo, zoológico, ou na serra.
Até que chegou um momento que ele não quis mais saber de fotografia analógica por achar muito obsoleta, e me deu de presente a câmera dele.
Eu lembro que, quando conheci as câmeras digitais, eu fiquei impressionado pela tecnologia, e comecei a querer ver a foto quando batiam. Mas conforme fui crescendo, a fotografia analógica foi desaparecendo, e ao mesmo tempo eu fui perdendo interesse na fotografia. Eu até tirei algumas fotos digitais, mas foram poucas comparado com o resto do povo à minha volta... Tirei mais para registrar o momento do que por prazer. Dava de ver gente da minha turma do ensino médio tirando várias e várias fotos quando fomos para Porto Seguro - BA, e eu lá, só tirei algumas poucas fotos pra não dizer que não tinha registro nenhum. E assim foi com todas as viagens/passeios que participei...
A câmera que meu pai me deu estava parada em um canto pegando poeira (por mais que eu desse uma limpada de vez em quando), porque eu usava mais como decoração. Eu tinha vontade de comprar filme para usá-la, mas não sabia nem se ainda existia, e achava que as pilhas do fotômetro (que é necessário para ela funcionar), poderiam ser difíceis de achar.(PS: Antes que me crucifiquem, hoje eu armazeno minhas câmeras de maneira adequada, ok?)
E assim ficou por muito tempo. Até que de repente, no começo deste ano, quando fui para Florianópolis com minha mãe ver a Ponte Hercílio Luz que tinha acabado de ser re-aberta, eu cismei que queria tirar fotos com filme. Pela primeira vez em muito tempo, me veio essa força de vontade de ir atrás de filme para comprar.
A princípio eu usaria a SLR que meu pai me deu, mas em uma das lojas de fotografia que fui, colocaram na minha cabeça que não seria uma boa idéia usar a minha SLR, por conta de alguns fungos na lente. No fim, acabei usando uma compacta analógica que eu tinha guardada (Uma
Kodak S300MD, não está na foto que mostrei), e as fotos
ficaram com uma qualidade horrível.
Uma das poucas fotos
que prestaram, tirada com a
"saboneteira" Kodak.
A lente dela estava em condições piores do que a lente da minha SLR. Mas ao menos foi prazeroso ter essa primeira experiência com filme depois de tanto tempo, e fiquei com vontade de testar a SLR.
Encontrar as pilhas para fazer a SLR funcionar não foi nada difícil, e pela graça de Deus, mesmo depois de tanto tempo parada sem fazer funcionar, a câmera estava lá, funcionando! Quando revelei meu primeiro filme com ela, eu amei os resultados, apesar das cores meio opacas. (Afinal, tinha fungos na lente.) Posteriormente mandei limpar os fungos da lente, e então as fotos ficaram perfeitas. Algumas de minhas fotos estão no meu Instargram, caso queiram ver.
Desde então, eu me apaixonei por fotografia analógica! Foi o que me fez voltar a ter aquele gosto pela fotografia que eu tinha na infância. A experiência de fotografar com filme é totalmente diferente do digital, pois existe sempre aquele mistério de como a foto ficou. A melhor parte de tudo, é quando esquece o que fotografou antes de mandar revelar o filme, pois aí nós somos muito mais surpreendidos. Além do próprio resultado: O filme sempre terá uma imagem diferente do digital.
Essa relação maior que temos com nossas fotos que a fotografia analógica nos oferece, é o que me faz preferí-la no lugar da digital. No digital, nós muitas vezes costumamos tirar muitas fotos, sem dar o devido valor à cada uma delas, para depois ter que escolher as melhores (Isso é: Quando a gente não tem pena de excluir as ruins e acaba deixando para pesar mais na memória). Eu pessoalmente nunca fui muito fotogênico por conta disso, sempre senti como algo muito vazio ficar tirando auto-retratos ("selfies" como queira chamar), foto da comida e afins só pra mostrar, e não ter esse valor pela fotografia propriamente dita. Claro, não estou dizendo que é impossível ter esse tipo de relação com a fotografia digital, muito pelo contrário... Sei que entusiastas e fotógrafos experientes tem essa relação. Mas é muito mais difícil tê-la na fotografia digital. É a mesma lógica de quem prefere ouvir música com disco de vinil do que com o celular ligado num sistema de som por bluetooth: No vinil, a relação com a música tende a ser muito maior, por ele ser mais favorável à isso.
Eu ando aprendendo bastante sobre fotografia analógica. Inclusive recomendo o canal no YouTube Câmera Velha, para quem estiver interessado no assunto.
Agora muitos podem perguntar: "Fotografia analógica é mais difícil que digital"? Bom, eu posso dizer que não. Continua sendo fotografia, os conceitos de foco, diafragma, flash, obturador e afins, continuam exatamente a mesma coisa. Então, a fotografia analógica, na minha opinião, não é mais difícil que digital. PORÉM, a fotografia analógica exige uma atenção maior e mais paciência, pois não dá pra ver na hora a foto que saiu, e sequer dá pra "apagar e tentar de novo". Uma segunda tentativa vai resultar no gasto de mais um fotograma do filme.
A fotografia analógica pode ser mais difícil caso esteja acostumado a fotografar tudo no automático sem usar o modo manual no digital, e comece com a fotografia analógica usando uma câmera 100% mecânica, sem nenhuma automatização. Eu pessoalmente não tive dificuldades com minha SLR, que é mecânica porém tem o obturador automático.
Alguns também podem perguntar: "Tem alguma vantagem na fotografia analógica sobre a digital?" Bom, sim! Existem vantagens práticas na fotografia analógica. A principal vantagem, está em ambientes com muita luz: Dá de super-expôr o filme muito mais que o digital, sem perder informação da foto. Enquanto no digital, se super-expôr, a foto "estoura" e perde informações. (Mas por outro lado, o contrário acontece em ambientes com pouca luz: O digital se sai melhor em sub-exposição do que o filme). Outra vantagem do filme também está na hora de fotografar pessoas (retratos por exemplo), pois o filme captura melhor detalhes da pele da pessoa. Enquanto no digital a pele não fica tão detalhada. Existe também um detalhe do filme, que pode ser tanto uma desvantagem quanto uma vantegem (e que eu considero como um charme), é o fato do filme geralmente não capturar muito bem detalhes de sombras. Isso dá um resultado com uma luz mais uniforme e menos sombras na foto.
Há muito o que falar sobre fotografia analógica, mas se eu falasse tudo, essa postagem ficaria muito grande. Então deixarei pra falar mais a respeito em futuras postagens aqui no blog. Então isso é tudo por hoje! Fiquem com Deus e com sua Mãe Maria Santíssima!
Hoje em dia é muito comum ver essa inversão de valores... Pessoas que colocam animais no mesmo nível (ou até mesmo acima), de um ser humano. "Mães de PET" que tem a coragem de chamar um cachorro de "filho" e gastam uma fortuna com roupinhas e acessórios (Sem nem se perguntar se o seu bichinho fica a vontade usando aquelas coisas), e não duvido nem que seriam capazes de preferir salvar seu cachorro do que a própria vida, no caso de uma tragédia. Preferem tratar um cahorro como filho, do que ter um filho de verdade para educar, ensinar, vê-lo crescer... Seja por preguiça de ter que criar, ou por simplesmente odiar crianças... Sim, isso existe.
É notável a aversão que essas pessoas tem pela figura do ser humano, independente de quem seja. Eles emanam um ódio pelo ser humano, dizendo que "é cruel" e "que o ser humano merece deixar de existir". Sabe o que isso me cheira? Me cheira algo satânico. Satanás também odeia a figura do ser humano, pois fomos criados como imagem em semelhança de Deus. E isso o enoja. Muitos provavelmente vão me chamar de "crentelho fanático" por tirar essa conclusão, mas não ligo... A verdade dói, né?
Mas quanto à "sermos cruéis", de fato, todos nós carregamos a mancha do pecado original, e por isso temos a tendência para todo o tipo de pecado que se pode imaginar. Alguns tem uma tendência maior para pecar contra a castidade, outros tem uma tendência maior pela ganância, etc. Só que nós não podemos esquecer que somos racionais! Ou seja: Temos a liberdade para agir contra nossos instintos! As demais espécies não tem esse privilégio, não sabem distingüir o certo do errado, e não sabem agir contra os próprios instintos. Pois não é para isso que eles foram criados, mas nós sim!
Portanto, meu caro "animólatra", largue essa imbecilidade. Indignado com os erros dos seres humanos à sua volta? Tudo bem, está com a razão. Mas ao invés de ficar nessa frescura de querer idolatrar animais, faça a diferença você mesmo! Faça sua parte! Você é racional, tem poder de sair da zona de conforto! Por exemplo: "Olha como o ser humano abandona os filhos assim que nasce, que crueldade!" Realmente, uma crueldade. Então vá lá no orfanato e adote uma criança! Não pode adotar? Tudo bem... Esse seu dinheiro que sempre doa para Ongs de animais de rua, pelo menos uma parte dele poderia ser doada para orfanatos, não acha? Temos orfanatos em péssimas condições que exigem nossa ajuda! Não seja hipócrita, de que adianta ficar reclamando dos erros dos outros, e não fazer nada para mudar a si mesmo e ser uma pessoa melhor?
"Hipócrita! Tira primeiro a trave de teu olho e assim verás para tirar a palha do olho do teu irmão." - Mateus 7:5
Blogueira e seu feneco, alimentado por
dieta vegana
Junto com essa onda de "animolatria", surgem idéias malucas, uma delas é o veganismo. Claro... Nada contra a decisão do cara em optar por não consumir carne (ou nada de origem animal como no caso dos veganos), afinal cada louco com sua mania, não é? Eu também tenho minhas próprias loucuras como vocês bem sabem. Mas a minha crítica vai para o "veganista", ou seja: Aquele vigano militante chato pra dedéu que quer porque quer convencer a todos a parar de comer carne, pois "estamos praticando crueldade com os animais indefesos". KEK. Até parece que não sabem, que na natureza os próprios animais matam uns aos outros para se alimentar... Aliás, muitos desses veganos que dizem ser contra a "crueldade com os animais", praticam crueldade com seus próprios bichinhos de estimação. Quem se lembra do caso da vegana que quase matou um feneco por não dar carne para ele comer?
Um feneco saudável
Pra ser sincero, não duvido nem que o pobre feneco já tenha batido as
botas à essa altura... Isso não é crueldade com os animais? Deixar o bicho sofrer assim por não dar a alimentação adequada? Experimenta alimentar um leão só com vegetais para ver o que acontece! Não vou entrar no mérito do "se vegano é saudável ou não", pois primeiro que não sou nutricionista e nem pretendo ser, ô gentinha chata... E segundo, que o assunto aqui não é nutrição.
Um fato engraçado... Já vi veganos ditos "cristãos", que falam como se o consumo de carne fosse um pecado mortal, pois estamos "assassinando" criaturas de Deus. Ora, Nosso Senhor Jesus Cristo comia cordeiro enquanto estava entre nós. E seria uma blasfêmia tremenda dizer que Nosso Senhor pecou.
Não há desculpa para ser um "veganista militante", a não ser uma idolatria burra aos animais, e este é o assunto dessa postagem: A idolatria aos animais. Essas pessoas seriam capazes de, num incêndio, preferir salvar um cachorro do que uma criança. O mais engraçado é que essas pessoas se acham imaculadas, por amarem os animais. E acham que amam eles mais do que nós, simplesmente por não sermos adeptos desse neo-paganismo praticado por eles.
Existe um outro tipo de "animólatras", e estes são os mais tristes de se ver... São aqueles que defendem e protegem pragas! Isso mesmo, pragas! Imagina alguém ser tão doente por essa idolatria aos animais, a ponto de sentir pena de matar uma barata, um rato, um inseto peçonhento... Para ter uma idéia, há vídeos no YouTube de pessoas que colocam metal derretido num formigueiro (ABANDONADO) para formar esculturas, certo? Pois então, nesses vídeos, eu mesmo já vi centenas de comentários xingando o autor, por ter supostamente matado meras formigas! Isso é ridículo... Parece que tem que deixar claro que o formigueiro foi abandonado para então fazer esses experimentos... Por mim eu faria num formigueiro ativo e to nem aí! Afinal de contas, formigueiros são pragas em nossos jardins. E estes mesmos que defendem pragas, sempre procuram uma oportunidade de demonizar o ser humano, "porque NÓS invadimos o território deles, somos invasores! Nós quem devemos morrer e não eles!" Ok amiguinho, leve um rato para sua casa, durma com ele. Faça isso para ver se tu não pega uma leptospirose ou uma peste negra... Quero ver toda essa sua aversão ao ser humano, no momento em que sua mãe, avó ou até mesmo filho for picado ou mordido por uma dessas pragas, pegar uma doença grave (e na pior das hipóteses até morrer). Tudo porque você, Sr. Imaculado Defensor dos Animais, não quis eliminar aquela praga.
"Onde quer que haja adoração aos animais, ali haverá sacrifício humano." - G. K. Chesterton
Não se enganem, amigos! Essa "animolatria" é satânica. Os animais são importantes? Sim! Eles também são criaturas de Deus, "nossos irmãos" como diz São Francisco de Assis. Porém, cuidado! Não nos deixemos levar pela idolatria.
Mas então é isso! Amemos sim os animais, porém não à exemplo dessas pessoas que estão completamente fora da casinha, e sim amemos os animais à exemplo de São Francisco de Assis! Ele nos ensina muito a respeito de como devemos ser bondosos com os animais. Amá-los não significa colocá-los num pedestal, mas sim colocá-los na mesma categoria de criaturas de Deus, e que por isso devem ser respeitadas! Fiquem com Deus e com sua Mãe Maria Santíssima!
Antes de começar, devo deixar claro: Não é minha intenção "politizar a
fandom", e sim é só uma reflexão minha de um tempo atrás. então sintam-se livres para discordar de mim e dizer onde eu
errei se for o caso.
Outra observação: Antes de ler, recomendo que ao menos saiba o que é distributismo. Caso não saiba, leia este artigo da Sociedade Chesterton Brasil, que explica tudo de forma bem resumida e didática. Enfim... Sem mais delongas, é o seguinte: Eu estava refletindo um tempo atrás, e eu tirei a conclusão que, talvez, daria para considerar a
Furry Fandom uma espécie de exemplo prático de distributismo.
Meu raciocínio é esse: Existe comércio de produtos como histórias em
quadrinhos, comissões de artes do fursona, fursuits, e muitos outros
produtos relacionado à arte antropomórfica. Porém, não existem por
exemplo, grandes corporações multinacionais para fabricação de fursuits,
certo? Se existe, desconheço. Pois todos esses produtos, são feitos por
meio de manufatura. As comissões de desenhos e afins também, são sempre
feitas por artistas totalmente independentes. Resumindo, a economia dos
Furries é literalmente movimentada por pequenos produtores, mesmo que
alguns desses sejam muito famosos... E ainda: Esses artistas, muitas
vezes parte da renda são de doações feitas por seus fãs que querem
apoiar ainda mais o seu trabalho. Esse tipo de atitude é fortemente
encorajada no distributismo! E por mais que até possa haver algum
tipo de concorrência e/ou rivalidade entre alguns artistas, isso nem
chega perto da concorrência de grandes empresas por exemplo. E de modo
geral, os artistas inclusive ajudam uns aos outros: Compram artes uns
dos outros, trocando idéias e compartilham suas técnicas de forma que
pode-se dizer que é solidária. Mais uma vez, é algo totalmente
distributista. Ao meu ver, só não dá para dizer que a Furry Fandom
seja um distributismo puro, porque muitos "produtores" da Fandom ainda
dependem de serviços ligados à grandes empresas, para por exemplo
receber o pagamento de suas comissões, ou para publicar seus
livros/histórias em quadrinhos. Porém existem bancos e editoras de
livros que são cooperativas, ou seja: Soluções distributistas para esses
tipos de serviços. Então, essa foi a reflexão. Para mim faz muito sentido, e para vocês? Sintam-se livres para comentar o que acharam. Fiquem com Deus e com sua Mãe Maria Santíssima! [Essa postagem eu copiei de uma publicação que fiz no Facebook, mas fiz algumas alterações.]
À essa altura do campeonato, todos já devem saber que os discos de vinil ainda são um formato bem utilizado mesmo com tantas inovações do digital. (Caso não saiba, está sabendo agora UwU). Mas, existe um segundo formato de áudio analógico, que também está voltando a ganhar uma certa notoriedade, ainda que seja "à passo de tartaruga": Fitas K7.
Sim, ela mesma, aquela que tu rebobinava com caneta Bic e fazia listas de reprodução do rádio ou do vinil. Mas, por quê? Por que fitas K7 na era do MP3? Bom amiguinho, eu lhe devolvo a pergunta: Por que não?
Para quem ainda não descobriu o poder dessas fitinhas, elas costumam ter uma má fama em questão de qualidade de áudio. Mas as pobres fitas só tem essa má reputação por mal-uso da maior parte do povo. A verdade é que fita K7 exige muito mais limpeza e ajustes do que o vinil. Pois diferente do vinil, que sem a limpeza e a manutenção fica apenas com "pops" e chiados, porém o potencial de som continua o mesmo; as fitas K7 sem a manutenção adequada, ficam com o som literalmente horrível: Como se alguém tivesse abafado as caixas de som com um travesseiro.
E claro que o povão, na maioria das vezes, tava nem aí pra manutenção periódica do toca-fitas. Sequer sabem que dá de ajustar o azimute da cabeça de leitura, e nunca limpavam ela e o rolo pressor. (Inclusive por isso que as fitas enrolavam, o rolo pressor precisa ser limpo para isso não acontecer!) Mas a verdade é que, uma fita K7 de alta qualidade, em um bom toca-fitas, pode soar tão bem quanto ou até melhor que um arquivo MP3 de qualidade! Como é possível ver nesse vídeo, onde compararam fita K7 boa e toca-fitas bom, VS fita K7 ruim e toca-fitas ruim, VS arquivo MP3 de qualidade.
E aí, ainda acha que fitas K7 tem um som ruim? :3
Claro, não sou nenhum entusiasta de som, então não tenho embasamento para dizer qual formato tem o som melhor. Porém eu pessoalmente, prefiro o som da fita K7.
"Ah mas se eu quero som de alta qualidade eu baixo músicas em FLAC, que vantagem tem fita K7?" Boa pergunta... Não é um formato conveniente de ser usado. Mas é aí que está a diversão de usá-lo! Que graça tem um formato que a pessoa consegue ouvir só com dois cliques, e consegue pular de faixa de forma simples e ainda escolher o tempo certo que quer ouvir a faixa? Não tem graça nenhuma... O trabalho que dá em usar uma fita K7 é simplesmente parte da diversão, igual fotografia analógica (que eu também vou escrever uma postagem a respeito dela mais pra frente), onde a diversão está justamente no que chamam de "desvantagens".
A fita K7 é chato de pular de faixa, e é extremamente difícil selecionar o tempo específico que quer ouvir a faixa. Mas e daí? Dane-se as faixas! Só põe a fita, senta a bunda nesse sofá e curte o som! Em todos os ramos, seja na fotografia, no vídeo ou na música; a era digital nos encheu de vícios. É comum que, hoje em dia, a gente ao invés de simplesmente sentar e curtir a música, queira ficar "trocando de faixa" porque "já ouviu o suficiente daquela música". As limitações do analógico te ajudam a apreciar melhor cada música justamente por conta disso, seja no vinil ou na fita K7. (Ainda que o vinil tenha menos limitação nesse ponto, já que consegue trocar de faixa simplesmente movendo a agulha até a "linha preta" que divide as faixas. Mas ainda não é tão conveniente quanto no digital.).
A verdade é que o povo tá muito preguiçoso na era digital... Antigamente usava fita K7, disco de vinil e afins sem reclamar, e curtia o som numa boa. Hoje em dia, só de pensar em simplesmente ter que levantar a bunda do sofá pra pôr a mídia no aparelho de som "porque não suporta bluetooth", já ficam se doendo... Tudo bem, nada contra a decisão dos outros de preferir as comodidades do digital, afinal cada um é cada um... Eu quem sou o louco de preferir o contrário rsrs.
Enquanto os outros saem por aí ouvindo músicas com seus smartphones, eu saio por aí ouvindo música com meu walkman pendurado na cintura. "Ah mas tu não tem vergonha de se mostrar usando walkman?" NÃO! :3 Podem falar a vontade, podem me chamar do que quiser, mas não abro mão do meu Walkman UwU.
Então amiguinhos, isso é tudo... Em breve pretendo fazer uma postagem sobre discos de vinil também, que ao menos é um formato menos subestimado (e inclusive muitos super-estimam como "melhor formato do mundo"). Mas enfim, até a próxima! Fiquem com Deus e com sua Mãe Maria Santíssima.
A história de como virei furry pode ser meio engraçada se eu contar por cima, pois antes de ser furry eu era literalmente um "hater" de furries. Mas é claro que existe um motivo pra essa mudança ter acontecido...
Bom, assim como a maioria dos furries, eu já gostava de arte antropomórfica desde a minha infância, com os desenhos da Disney e afins. (Entre os meus 3 e 4 anos de idade, eu era um fã doente de "Bartok, o Magnífico" e "Manuelita", filmes que envolvem animais antropomórficos). Mas foi com 14 anos que eu conheci Five Nights at Freddy's, através de um vídeo no YouTube. Achei FNaF um jogo incrível, pois era um jogo de terror que envolvia animatrônica, e achei muito interessante pelo conceito de "Algo que era pra ser fofinho acaba virando literalmente uma máquina mortífera". Então acabei virando fã de FNaF. E nessa época, eu tinha costume de, todo jogo que eu virava fã, eu criava "contas" com o nome dos personagens para comentar como se fosse eles. (Porque eu via gringos fazendo e achava legal). Fiz isso com o Portal (criei contas com nome de Chell, Cave Johnson e GLaDOS), e fiz também com Half-Life (Criei conta com nome de Gordon Freeman). Eu fazia isso através do recurso que o Google+ incluiu, de poder criar diferentes páginas (cada uma com seu canal no YouTube), usando a mesma conta do Google. Com FNaF não foi diferente. Criei uma página chamada "Freddy Fazbear", e comecei a comentar nos vídeos como se fosse ele. Eu tentava sempre ser o mais macabro possível. Até que nisso eu conheci outros amigos virtuais, e a gente acabou começando a fazer roleplay de FNaF no Google+.
Mas enfim, sem mais enrolação, como conheci os furries e virei "hater" deles? Bom... Muitos devem saber que uma grande parte (senão a maioria) dos fãs de FNaF são furries. Só que eu não os conheci da melhor forma... Primeiro que eu conheci através do "lado negro" digamos assim (yiff). E segundo que, eu via um pessoal que estava banalizando o terror de FNaF, através de desenhos "fofinhos" dos personagens (excluindo totalmente o conceito de terror), e também através de alguns ships bizarros que prefiro não entrar em detalhes... (Apesar de que na época eu era do lado do "Foxy VS Chica", mas eu não era desses que ficava shippando dentro do conceito do jogo, mas sim só por roleplay). E acabei que eu associei os furries com essas coisas, e assim comecei a ter aversão por furries. Concordo, é idiota eu me incomodar pelas banalizações com o terror de FNaF, mas para mim com 14 anos aquilo era como se fosse uma blasfêmia. Tudo ficou pior quando eu soube da existência de fetiches como "vore" e "cubs", foi aí que eu virei um verdadeiro hater de Furries.
Mas enfim, aos poucos fui amadurecendo, então comecei a pesquisar um pouco a respeito da Furry Fandom, e descobri que o conceito de furry não tinha nada a ver com o que eu pensava que fosse. Isso foi entre 2016 e 2017, e eu já estava cogitando me tornar um furry. Inclusive eu até já estava imaginando se deveria ser uma raposa, ou um Leopardo-das-Neves...
Desenho que publiquei no Google+
com a legenda que falei. (Não sei o artista).
Mas eu tinha receio, porque primeiro: Eu até então era visto como "hater" de furries, e segundo que o conceito de "furry = yiff e fetiches" ainda estava no meu psicológico. Então eu apenas postei no meu Google+ um desenho furry que tinha achado legal, com a legenda dizedo mais ou menos que "o único problema da Furry Fandom era a sexualização, e que se não fosse por isso seria basicamente uma comunidade de artistas. Mas o tal do 'yiff' estraga a comunidade". (Essa opinião continua parecida com a que tenho hoje, porém hoje eu
entendo que a sexualização não é necessariamente parte de ser um furry. E
isso que vou explicar a seguir.)
Foi em 2018, que eu finalmente "virei a casaca" à respeito dos Furries. Eu tinha conhecido um furry no Facebook que achei gente boa, e então decidi pesquisar melhor a respeito da Furry Fandom. Foi então que eu vi aquilo que me deixou entusiasmado com a Fandom. Vi que Furries são basicamente pessoas que querem se divertir juntas com um interesse em comum: Arte antropomórfica. (Ora, eu tenho interesse em arte antropomórfica, sempre tive...) Vi também Furries que não gostam do yiff, e assim me dei conta que não tem nada a ver "ser furry" com "gostar de yiff".
Primeiro conceito do Leox, feito usando Fursona Maker.
Foi então que eu criei meu primeiro fursona: Leox Rider (que mais tarde se chamou Leox Pardulpis). Ele era uma mistura de Raposa com Leopardo-das-Neves. (Daí o nome: Leox = Leopard + Fox. Já Pardulpis, é a mesma coisa, só que em latim: Pardus + Vulpis). A razão disso é: Eu amo raposas, e me identificava com a personalidade do Leopardo-das-Neves. Originalmente eu fiz o Leox usando um programa chamado "Fursona Maker", só que era muito limitado, e eu não conseguia deixar o Leox como eu queria (Com pintas de Leopardo por exemplo), então acabei me arriscando a fazer meu próprio desenho do Leox. Que ficou um pouco melhor.
Primeiro desenho que fiz
do Leox
Mas eu nunca estive muito satisfeito com o Leox, ele não me agradava muito como fursona. Sempre parecia algo muito "vazio", e também que eu nunca conseguia expressar a mistura das duas espécies da forma que eu queria que fosse. Sempre parecia "faltar algo", e no fim meus desenhos acabavam que pareciam mais uma "raposa cinzenta pintada" do que um Vulpardo-das-Neves (Nome que eu dei à espécie). Fiquei um ano como Leox, mas eu desde o começo sempre senti que "meu fursona deveria ser outra espécie", e sempre vinha um Graxaim-do-Campo à minha mente. até que finalmente, mudei de fursona. Agora sou Ferox Lupinabilis, um Graxaim-do-Campo. :3
Ferox significa "Selvagem" em latim, escolhi esse nome porque eu gosto muito de acampar e escalar. Já Lupinabilis é a mistura de duas palavras: Lupulus e Inhabilis. "Lupulus" é um dos sinônimos do gênero dos Graxains (Lycalopex), enquanto "Inhabilis" significa "Indomável" em latim. (Originalmente eu chamaria de Lupinhabilis, mas tirei o H pra ficar com uma sonoridade melhor. A propósito, a pronúncia correta do nome é "Fêrox Lupinábilis", e não Feróx Lupinabílis, ok?)
Estou muito mais satisfeito com o Ferox, eu realmente sinto um laço muito forte com ele, como se fosse parte de mim... (Você que é furry, sente isso com seu fursona? Eu pelo menos, sinto com o meu hehe.) Fico muito feliz que eu tenha me tornado um furry. Conheci ótimos amigos, que são muito especiais para mim.
Ferox, meu atual fursona.
Até o momento dessa postagem, esse
é o último desenho que fiz dele.
Talvez vocês não tenham reparado no título dessa postagem ou talvez tenham reparado, que eu disse "Como virei furry?" ao invés de "Como entrei na Furry Fandom?" que é o que outros furries provavelmente diriam. Bom... Eu escrevi dessa forma, porque eu não costumo dizer que sou "parte da Furry Fandom", pois eu não estou muito ligado com a Fandom de forma geral, mas sim conheço vários furries de forma seletiva. E sinceramente, não sei se posso ser considerado "parte da fandom" mesmo assim, já que não me enturmo com TODOS os furries... Mas enfim, eu ajo dessa forma por dois motivos: Um deles é a grande quantidade de Furries que são adeptos à pautas progressistas, o que não seria um problema para mim pessoalmente, se esses progressistas fossem tão acolhedores com Furries da minha linha de pensamento, quanto eles são com Furries da mesma linha de pensamento deles. O segundo motivo, é justamente o fato da maioria desses "furries progressistas" me odiarem, simplesmente porque sou católico e tradicionalista. Usam isso como motivo para me caçoar ou falar mal de mim pelas costas. Me chamam de fascista porque simpatizo com o Integralismo (apesar de eu não ser integralista convicto por alguns motivos pequenos, que posso explicar em outra postagem). Pobres coitados, nem sabem que integralismo defende democracia orgânica e dessentralização do Estado. Diferente do fascismo, que assim como ELES MESMOS que me acusam, é um movimento autoritário e estadólatra. É igual aquele meme: "Enfim, a hipocrisia".
Mas sabe de uma coisa? Não ligo pra essa gente. Não vou deixar que esse tipo de gente podre estrague minha aleagria. Então o melhor a se fazer é simplesmente me afastar das "maçãs podres" e ser feliz. Eu sei que as "maçãs podres" não são a maioria na fandom, mas o fato é que elas existem. Por isso sou bem seletivo com os Furries que faço amizade. Mas também não me prendo numa bolha igual "eles" fazem, e sim escolho me enturmar com aqueles que me acolhem. Estes, independente da visão política/religiosa, eu acolho de volta. Sou completamente contra a visão de "política e religião não se discute" (Afinal é assim que os falsos profetas continuam pregando e os políticos corruptos continuam roubando,) mas sou a favor que sejamos racionais na hora de debater, e não ficar com ressentimentos só porque o próximo pensa de forma diferente, ou falou algo que você não gostou.
"Somente os tolos acreditam que política e religião não se discute. Por
isso ladrões continuam no poder, e os falsos profetas continuam a
pregar." - Charles Spurgeon
Então é isso... Essa é a minha história com a Furry Fandom. Convido vocês à comentarem também um pouquinho de suas histórias aí na sessão de comentários, e falar se vocês se identificaram com alguma das coisas que falei aqui. Fiquem com Deus e com sua Mãe Maria Santíssima!
Depois de muito pesquisar, cheguei a conclusão de que CRT acima de 75Hz é a melhor opção de tela
pra jogar. O CRT consegue ter a latência de praticamente 0,01ms, ao
mesmo tempo que tem as cores vivas do Plasma e do OLED. Além de que, de
maneira geral, monitores CRT bons tem uma taxa de atualização maior do
que monitores LCD e de alguns OLEDs (variando de acordo com a resolução
selecionada).
Meu monitor principal, na resolução padrão que uso sempre que não estou jogando.
O único inconveniente seria a questão do formato de tela, mas acredito que tempo de resposta e taxa de atualização
sejam muito mais importantes que ângulo de visão. Porém, se isso
fizer tanta falta assim, ninguém te impede de ajustar a resolução e o
formato da tela pra ficar um 16:9 ou 16:10 em "letterbox" (faixas
pretas), já que todos os monitores CRT permitem um ajuste fino do
formato de tela, pode "comprimir" as extremidades superior e inferior de
acordo com a resolução selecionada.
Meu monitor principal, na resolução que uso para jogar. (Repare na faixa preta embaixo)
A tela vai ficar menor? Sim, mas se
for ver por um ponto de vista "pro-player" de FPS, isso é até mesmo
positivo, muitos "pro-players" nesse quesito preferem que o jogo
preencha menos a tela, permitindo que olhe toda a tela do jogo com menos
esforço para movimentar os olhos, permitindo um tempo de resposta maior
a um acontecimento durante o jogo.
Mas caso ainda não esteja satisfeito, você ainda pode comprar um monitor CRT que seja 16:9 ou 16:10, que irá resolver o problema do formato de tela sem reduzir o tamanho da tela :3
Sony GDM-FW900, monitor CRT 16:10
O único problema, é que esses monitores são muito difíceis de achar, e quando encontra, não são baratos.
Senão me engano, os monitores CRT tem menos problemas com Burn In comparado com o O-LED, mas isso eu não tenho certeza.
Uma coisa que dizem sobre monitores CRT, é que eles supostamente "cansam mais os olhos", bom... Isso não é totalmente mentira, mas também não é totalmente verdade. O fato é que monitores CRT varrem a tela de forma totalmente diferente dos outros: A tela é literalmente desenhada pelos canhões de elétrons, na velocidade equivalente a taxa de atualização da tela. Quanto mais baixa for a taxa de atualização, mais notável fica que a tela está literalmente "piscando". 60Hz é o suficiente pra te dar uma bela dor de cabeça caso esteja usando uma resolução acima de 1024x768.
Uma TV CRT em câmera lenta (Imagem da internet)
Então, pra ter uma boa experiência de uso com monitor CRT, deve ter taxa de atualização de no mínimo 75Hz a partir de 720p. O que não é muito difícil de conseguir, o meu monitor principal por exemplo (Um LG FLATRON F700P), funciona tranqüilamente a 85Hz em resolução de 1280x1024, e 75Hz em 1600x1200. Essas taxas de atualização já são suficientes para ter uma boa experiência com CRT (Mas eu não recomendo usar 1600x1200 com a taxa de atualização abaixo de 80Hz, pois já começa a dar um pouquinho do famoso "cansaço visual do CRT").
Anteriormente eu disse que o único inconveniente seria o formato da tela, certo? Pois bem, isso porque eu não considerei também o fato do monitor CRT ser grande e pesado. Mas, quem tem uma mesa planejada pra um monitor CRT não vai
ter problema nenhum com isso. Mas enfim, essa é a minha visão a respeito de monitor CRT para jogar, e o porquê de eu achá-los uma das melhores opções.
[Essa postagem eu copiei de uma publicação que fiz no Facebook, mas fiz algumas alterações e incluí mais informações.]